Defensoras da causa animal do Bom Retiro elogiam lei que aumenta pena por maus-tratos a cães e gatos

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira, 29 de setembro, a lei para aumentar a pena por maus-tratos a cães e gatos. Apelidada de lei Sansão, em homenagem ao cão pitbull que teve as patas traseiras decepadas, o texto altera a lei de crimes ambientais, prevendo pena de três meses a um ano de detenção e multa para crimes contra todos os animais. O novo dispositivo prevê ainda prisão de dois a cinco anos de detenção, multa e proibição de guarda para quem maltratar, ferir, abusar ou mutilar cães e gatos, especificamente.

Fabiana Jensen

A nova legislação foi comemorada pelas duas principais protetoras de animais do bairro Bom Retiro, Fabiana Jensen e Bárbara Lebrecht. “Estamos contentes com a sanção, mas agora as pessoas precisam denunciar” comentou Fabiana, esperando como será a partir de agora e quais atitudes serão tomadas para o cumprimento da lei. “Hoje precisa ligar para o 156, opção 1, CEPREAD, que demora uma eternidade”, explicou. Lembrou ainda que também se considera maus-tratos, deixar os cães amarrados em correntes de um metro.

 

 

 

Barbara Lebrecht

Barbara Lebrecht é uma das pioneiras da cidade na proteção animal. Mesmo residindo atualmente em Portugal, tem uma estreita relação com o bairro onde cresceu e ainda mantém um imóvel.

Com experiência no salvamento a animais abandonados, calcula que de 10 a 15 gatos e cachorros são abandonados todos os anos no Bom Retiro, um dos menores da cidade. Na comparação com outras regiões, é pouco na sua avaliação. Cita as regiões da Velha Grande, Garcia, Jordão e Gaspar Alto como as mais críticas.

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